É uma das alternativas atuais para reabilitar pacientes com perda total ou parcial dos dentes, fazendo com que os implantes recebam carga mastigatória sem a necessidade de espera pelo processo de osseointegração. A principal utilidade do uso dessa técnica é a praticidade, com redução do tempo de tratamento e do período de cicatrização, porém não deve ser utilizada como substituta da técnica convencional, e sim, como uma alternativa de tratamento, onde seus conceitos estão bem indicados.
Nesta técnica, são colocados em média de quatro a seis implantes por arcada superior ou inferior, em uma única sessão cirúrgica. Após a moldagem é confeccionada uma infraestrutura, na qual os dentes são montados para depois serem parafusados sobre os implantes.
Após a cirurgia o paciente deve seguir os cuidados recomendados, no que se refere à alimentação nas primeiras semanas e higienização com escovas específicas. Estes cuidados refletem no sucesso do tratamento a longo prazo.
Previamente ao procedimento, podem ser solicitados exames de sangue, raio-x panorâmico e tomografia e, dependendo do caso, avaliação médica prévia para pacientes com doenças sistêmicas (por exemplo cardiopatias, hipertensão e diabetes).
O procedimento é realizado com anestesia local e pode-se utilizar sedação; a cirurgia é realizada no próprio consultório odontológico; casos específicos (exceções) são realizados em nível hospitalar, com a presença do médico anestesista, caso seja indicado.
Atualmente é considerada uma técnica muito segura, deixando os pacientes muito satisfeitos.
